CORONAVÍRUS: Vacina para o COVID-19 está disponível em breve


A Johnson&Johnson anunciou que está para breve a vacina para o corona. Sendo certo que a farmacêutica está neste momento a desenvolvê-la em conjunto com os investigadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos e o centro médico “Beth Israel Deaconess”, hospital universitário em Israel que tem ligações com esta instituição.

A J&J está perto da vacina para o famigerado causador do pânico e da crise económica

O novo coronavírus (Covid-19) é o agente infeccioso capaz de causar inexplicáveis pneumonias. A sua origem estará em Wuhan na China, concretamente na província de Hubei. Terá sido neste local que tudo começou.

Este vírus deu origem a uma crise global nos cuidados de saúde. Com o aumento do número de casos confirmados da doença, este espalhou-se inicialmente por mais de 10 países. Tendo sido posteriormente decretada uma Epidemia por parte da Organização Mundial da Saúde.

A avaliação global do risco é assustadora

Os morcegos poderão estar na origem do corona. Uma estirpe parecida e de certa forma relacionada com o SARS, isto é, o Síndrome Respiratória Aguda Grave.

As notícias e a comunicação das equipas da Direcção-Geral da Saúde, bem como dos profissionais ligados à epidemiologia revelaram que a análise de dados e o sequenciamento contribuiu para o desenvolvimento de testes de diagnóstico. Os médicos estão assim muito mais próximos de encontrar soluções para este flagelo. Em contrapartida, a nossa compreensão epidemiológica atual sobre os casos clínicos confirmados e as características biológicas é limitadora. Pois só no ano de 2019, surgiram 55 novos casos.

Numa série de casos a partir de 41 pacientes hospitalizados com diversos problemas de infecção, pelo menos 30% precisaram de ser internados nos cuidados intensivos. Estes pacientes desenvolveram graves insuficiências respiratórias. Apenas 10% precisaram de ventiladores mecânicos.

Embora o caso se torne alarmante, dado que em 2019, a infecção por Covid-19 foi associada a 15% de mortalidade (os números atuais mostram uma mortalidade mais elevada), a letalidade é muito mais assutadora, estando na casa dos 30%.

Vários especialistas vieram afirmar que, embora estes números sejam demasiado conservadores e sejam provavelmente subestimados, devido a omissão de casos breves da doença, atualmente o tratamento mais eficaz ainda não existe. Assim, uma das prioridades da investigação é o suporte básico de vida e a assistência aos pacientes com infecções graves.

A vacina deverá estar pronta no final de maio de 2020 ou no final do ano.

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